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Por que o barato sai caro em desenvolvimento web

O site barato custa duas vezes: uma quando você paga por ele, outra quando paga para refazê-lo. A conta é conhecida: um site de R$ 500 que não carrega no celular, não aparece no Google e quebra em seis meses, seguido de um projeto sério para consertar o estrago. No fim, saiu mais caro que começar certo, e ainda queimou meses de vendas. Barato de verdade é o que resolve na primeira vez, e ele tem um piso de preço: abaixo de certo valor, alguém está cortando algo que você vai sentir depois.

Onde o site barato corta custo

Sempre nos mesmos lugares, porque são os que não aparecem na entrega. Velocidade: o site abre em 8 segundos e metade dos visitantes desiste antes. Celular: o layout desmonta justamente onde está a maioria do seu tráfego. SEO: nenhuma estrutura para o Google entender as páginas, então ninguém encontra. Segurança e backups: inexistentes até o dia em que fazem falta. E o formulário de contato que simplesmente para de enviar, sem que ninguém avise. O site está “no ar”, mas não trabalha.

O golpe silencioso do domínio

O corte mais caro nem é técnico. Muito fornecedor barato registra o domínio e a hospedagem no próprio nome. Durante um tempo, nada acontece. Quando você quer mudar, descobre que o endereço que seus clientes conhecem, que está no seu cartão e nas suas embalagens, pertence a outra pessoa, que agora define o preço da sua liberdade. Por isso a minha regra é fixa: domínio e hospedagem no nome do cliente, sempre. É uma das 7 perguntas que você deve fazer antes de contratar.

Profissional não significa caro

O oposto do barato ruim não é o caro de agência: é o preço justo com escopo claro. Um site de presença profissional custa USD 400 e fica pronto em 7 dias; um completo, USD 900 em 2 a 3 semanas, com 2 rodadas de ajustes incluídas e orçamento fechado por escrito em 48 horas. Trabalhando da Argentina, com custo operacional baixo e sem estrutura de agência, consigo cobrar isso com qualidade de gente grande: os mesmos cuidados que aplico nos sistemas da SOMOS DER, produtora de eventos com mais de 150.000 participantes, valem para o menor site que eu entrego. Os valores estão abertos em minha página de preços.

Como reconhecer o barato perigoso

Três sinais quase infalíveis. Preço na hora, sem nenhuma pergunta sobre o seu negócio: é template genérico. Nenhum site anterior para visitar, só imagens de portfólio: peça endereços reais e clique. E promessa sem nada por escrito: quem não escreve preço, prazo e escopo está guardando espaço para mudar os três. Na dúvida sobre quanto deveria custar, comece por quanto custa um site profissional.

Perguntas frequentes

Qual o problema de começar com um site bem barato e melhorar depois?

Quase nunca existe “melhorar depois”: site mal construído se refaz, não se melhora. Você paga o barato, paga o refazer e perde os meses em que o site não trouxe clientes.

Todo freelancer barato entrega trabalho ruim?

Não, e nem todo caro entrega bom. O critério não é o preço: é escopo por escrito, prazo definido, sites reais no ar e domínio no seu nome. Quem cumpre isso cobrando pouco é achado raro.

Quanto custa consertar um site mal feito?

Na prática, o preço de fazer de novo: USD 400 a 900 dependendo do porte, porque aproveitar estrutura ruim custa mais caro que começar limpo. O diagnóstico eu faço de graça, por escrito.

Site de graça (construtores gratuitos) vale para começar?

Para testar uma ideia por algumas semanas, sim. Para operar um negócio, não: você não controla endereço, aparece propaganda de terceiros e a percepção de improviso afasta exatamente o cliente que você quer.

Se você já pagou o barato e está sentindo o caro, me mostre o site. Fale comigo no WhatsApp e em 48 horas você recebe diagnóstico, preço e prazo por escrito.

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